jueves, 27 de abril de 2017

BRASIL: Recordando a Gloriosa Guerrilha de Araguaia. (AND)

Maurício Grabois, comandante das forças guerrilheiras; Pedro Pomar, Ângelo Arroyo, João Batista Drummond, membros do Comitê Central do PCdoB


No dia 12 de abril de 1972 ocorreu o primeiro enfrentamento armado do glorioso episódio que entrou para a história do Brasil como a Guerrilha do Araguaia, uma luta armada dirigida pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no sul do estado do Pará, mais exatamente numa região conhecida como Bico do Papagaio. Dezenas de militantes comunistas de várias partes do país deslocaram-se para tal localidade e, junto às massas camponesas, deflagraram aquela luta que, até os dias atuais, foi o marco político e ideológico mais importante da luta de classes no Brasil.
Durante dois anos, de 1972 a 1974, em pleno regime militar fascista, os guerrilheiros do Araguaia enfrentaram heroicamente três grandes campanhas do exército reacionário em conjunto com as demais forças armadas (aeronáutica e marinha), além da Polícia Militar. A primeira campanha das forças de repressão contou com 5 mil soldados, a segunda com 15 mil e a terceira com 5 a 6 mil, segundo o documento Gloriosa jornada de luta, de 1976.
Praticamente, todos os revolucionários caíram em combate nas selvas do sul do Pará. Entre eles, guerrilheiros como o grande Osvaldão, o comandante negro do Araguaia; o histórico dirigente comunista Maurício Grabois, o ‘Velho Mário’; comunistas destemidas como Jana Moroni, Walquíria Afonso da Costa, entre outras mulheres que, com moral e bravura elevadas, entraram para a nossa história como heroínas de nosso povo. Ao todo, 69 guerrilheiros comunistas foram torturados e assassinados, além de centenas de camponeses.
O balanço da experiência e a liquidação do PCdoB
O grande dirigente comunista Pedro Pomar, dirigente do PCdoB na época, foi quem, de forma mais acertada, fez um balanço da experiência do Araguaia, ressaltando o heroísmo dos guerrilheiros, mas tecendo críticas à forma como foi conduzido o processo, como foi apresentado numa reunião do Comitê Central do partido em 1976.
“Ressalto, antes de tudo, a firme decisão do CC em realizar a tarefa que aprovou, de implantar, em algumas áreas do mais remoto interior brasileiro, dezenas de camaradas que demonstraram disposição de suportar todos os sacrifícios, a fim de prepararem e desencadearem a luta armada. [...] A experiência do Araguaia representou, inegavelmente, uma tentativa heroica para criar uma base política e dar continuidade ao processo revolucionário, sob a direção de nosso Partido. Tinha em vista formar uma sólida base de apoio no campo e desenvolver o núcleo de um futuro exército popular, poderoso, capaz de vencer as forças armadas a serviço das classes dominantes e do imperialismo ianque. [...]
Tudo leva a crer que a guerrilha se iniciou como um corpo a corpo dos comunistas contra as tropas da ditadura militar. E assim continuou quase todo o tempo. Aí reside, a meu ver, o maior erro, o mais negativo da experiência do Araguaia. Pois a conquista política das massas não pode ser efetuada só depois da formação do grupo guerrilheiro. Tampouco este deve ser constituído única e exclusivamente, mesmo que seja apenas no princípio, de comunistas. E não se diga que a orientação contida nos documentos e resoluções do Partido não seja cristalina a respeito. Tanto pela letra, como pelo espírito, os documentos partidários essencialmente dirigidos contra as teses pequeno-burguesas e foquistas, indicam, sem margem de dúvida, que: 1) a guerra popular é uma guerra de massas; 2) a guerrilha é uma forma de luta de massas; 3) para iniciá-la, ‘mesmo que a situação esteja madura, impõe-se que os combatentes tenham forjado sólidos vínculos com as massas’; 4) a preparação ‘pressupõe o trabalho político de massas’; 5) os três aspectos — trabalho político de massas, construção do Partido e luta armada — são inseparáveis na guerra popular; 6) o Partido, isto é, o político, é o predominante desses aspectos; 7) numa palavra, o trabalho militar é tarefa de todos os comunistas e não apenas de especialistas”.
Após o assassinato de Pedro Pomar e Ângelo Arroyo, no bárbaro episódio que ficou conhecido com a “Chacina da Lapa”, e de João Batista Drummond, todos membros do Comitê Central, em dezembro de 1976,  em São Paulo, a discussão sobre a experiência foi abafada e a direção do PCdoB foi tomada de assalto pelos revisionistas traidores da camarilha de João Amazonas e seus asseclas, que transformaram o PCdoB em mais um partido revisionista, eleitoreiro e integrado à velha ordem, como é este pecedobê apodrecido que aí está.
Viva a Revolução!
A memória e o legado daqueles revolucionários que verteram generosamente seu sangue no Araguaia permanecerão imortais e servem como fonte de inspiração para todas e todos os revolucionários e comunistas da atualidade que almejam a Revolução Brasileira e a verdadeira libertação de nosso povo e do nosso país. O exemplo e determinação do heroísmo dos militantes revolucionários combatentes da resistência armada do Araguaia permanecem vivos nas lutas de movimentos revolucionários e populares, expressas na palavra de ordem Vitória, vitória, tarda mas não falha, e viva a gloriosa guerrilha do Araguaia!, entoada nas manifestações em repúdio ao golpe militar fascista. Da mesma forma, ainda segue firme a luta dos familiares por encontrar os corpos de seus filhos e filhas, bem como a luta pela punição dos torturadores do regime militar fascista.

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Edições do jornal A Classe Operária na clandestinidad.

INDIA: CHALO DELHI 30 de abril 2017

ITALIA: 25 de abril.

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martes, 25 de abril de 2017

INDIA: Mortal emboscada maoísta en Chhattisgarh.




correovermello-noticias
New Delhi, 25.04.17
Un reporte de la agencia PTI informa de una importante emboscada del Ejercito Guerrillero Popular de Liberación a una unidad de un centenar de efectivos del 74º Batallón de la Fuerza de Policía de la Reserva Central (CRPF) en las cercanías Burkapal, en el distrito de Sukma, a las 12:30 pm del pasado día 24.
En la feroz emboscada han muerto 26 miembros de las fuerzas represivas y otros seis resultaron heridos. Los guerrilleros capturaron un importante numero de armamento y equipos de transmisiones.

domingo, 23 de abril de 2017

INDIA: Imagenes del homenaje póstumo al inolvidable Camarada Narayan Sanyal (AvaniNews)

Celebrando con jubilo el 147 aniversario del nacimiento del gran LENIN.

Celebramos los 147 años del aniversario del natalicio de uno de los más grandes genios intelectuales, Vladímir Ilich Uliánov LENIN.


"... y no ha habido hombre que, como éste, haya merecido, en verdad, la eterna memoria en el mundo.
Vladímir Lenin ha muerto. Pero los herederos de su razón y voluntad están vivos. Viven y trabajan con tanto éxito como nunca ni en ninguna parte del mundo se ha trabajo". 
Máximo Gorki

viernes, 21 de abril de 2017

BRASIL: MG: Camponeses celebram Dia dos Heróis do Povo Brasileiro.


pedras de Maria Cruz 9abril
Camponeses estudaram documento da FRDDP sobre o 9 de Abril e celebraram a saga heroica dos melhores filhos do povo brasileiro caídos na luta


Relato enviado pela Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Norte de Minas e Sul da Bahia
Na área Cleomar Rodrigues, em Pedras de Maria da Cruz, o núcleo do MFP realizou estudo do material da FRDDP em saudação e homenagem aos filhos e filhas do povo brasileiro, que ao longo da história da luta de classes em nosso país tem vertido seu sangue e forjado seus verdadeiros heróis em duras batalhas contra o latifúndio, a burguesia e o imperialismo. O MFP e o CDRA organizaram a celebração do dia 9 de abril com a exposição de painel e importante exposição na assembléia da área.

Em Manga foram realizadas exposições nas assembleias das áreas em saudação ao 9 de abril resgatando o heroísmo dos companheiros e companheiras tombados na luta. O núcleo do MFP da área Vanessa, organizou painel em homenagem aos Heróis do Povo Brasileiro e na oportunidade estudou a biografia da companheira Sandra Lima, aprovando a denominação núcleo do MFP – Sandra Lima, levantando mais alto o nome e a dimensão da luta de tão valorosa companheira. 

miércoles, 19 de abril de 2017

INDIA: HONOR Y GLORIA AL CAMARADA NARAYAN SANYAL. LAL SALAAM !

In memory of comrade Narayan Sanyal of CPI (Maoist)

Avaninews team sadly informs you that our dedicated revolutionary comrade Narayan Sanyal of CPI (Maoist) has died in his 84th year, on April 17th, 2017.

He died in hospital in Kolkata, after a long illness. Comrade Narayan Sanyal will live on in the movements that he helped build across the country; in the revolutionary inspiration and ideas that he gave; in the memories of the humaneness that he brought to every situation he touched.
Some details of his life:
A top Maoist think-tank and leader of the Communist movement in Bengal, Narayan Sanyal joined Communist Party of India – Marxist-Leninist (CPI-ML) in the ʹ60s. He left his job in a bank in Kolkata to join the Charu Majumdar-Kanu Sanyal led movement. After a split in CPI-ML in the ʹ70s, when Biharʹs leader Satyanarain Singh revolted against the ML leadership, Mr Sanyal was sent to Bihar to replace him. Later he was arrested and sent to Kolkata.
Mr Sanyal remained in jail till Left Front came to power and granted a general amnesty to many of the leaders associated with the ML movement in the State. But soon after his release – quite 40 years ago – Mr. Sanyal went to Bihar started working with CPI-ML – Party Unity (PU), which was an union of ML leaders in Bihar and Bengal.
He worked hard in the villages of Bihar to strengthen Party Unity at the grassroots and later merged with Peopleʹs War Group (PWG) to form the CPI-Maoist. He was arrested a decade back in Chattisgarh and kept in various jails of central India.
ʹKnown for his mental agility and thick moustache, we often used to refer him as ʹStalin,ʹʹ said one of his old but jubilant party comrades in Kolkata, who now works as a publisher. Many of his old comrades in Kolkata were keen to meet him after nearly half a century later, when he was released from jail two years back.

ʹThough death befalls all men alike, it may be weightier than Mount Tai or lighter than a feather.ʹ Comrade Narayan Sanyal died for the people, and his death is indeed weightier than Mount Tai. He will be remembered by the revolutionaries of the world, and in his name, and many other martyrs, we will spread the flame of Marxism-Leninism-Maoism and Peopleʹs wars!
Long live memory of comrade Narayan Sanyal!


martes, 18 de abril de 2017

INDIA: Pesar por el fallecimiento del histórico dirigente maoísta Narayan Sanyal.


correovermello-noticias
New Delhi, 18.04.17
Medios de prensa india informan del fallecimiento, a los 80 años, del veterano e histórico dirigente maoísta Narayan Sanyal por una enfermedad terminal, en un hospital de Calcuta.
El camarada Narayan Sanyal se unió al PCI (ML) dirigido por el camarada Charu Mazumdar en los años 60 y desde entonces permaneció en las filas naxalitas, siendo uno de los artífices de la unidad de los maoístas en el actual Partido Comunista de la India (maoísta) del cual era miembro del Polit-buro hasta su detención en el 2005.

jueves, 13 de abril de 2017

INDIA: Convocan o 30 de abril manifestación pola liberdade do Profesor GN Saibaba.



INDIA: Ejecutan a informador policial en Chhattisgarh



correovermello-noticias
New Delhi, 13.04.17
Un hombre de 27 años fue ejecutado después de ser juzgado por un tribunal popular (Jan Adalat) en el distrito de Bijapur el pasado día 12, informa la prensa india.
El individuo, acusado por la guerrilla naxalita de soplón policial, fue detenido hace una semana en la aldea de Kamkanaar, ubicada a unos ocho kilómetros de Gangaloor.

miércoles, 12 de abril de 2017

ESTADO ESPAÑOL: Convocan concentración en Madrid por una República de los Trabajadores

Concentración por una República de los Trabajadores. 
14 de abril. Pza Tirso de Molina de Madrid, a las 12.00.

Un año más vemos como el régimen heredado del golpe de estado de 1936 y de los llamados pactos de la transición se ríe en la cara de la clase trabajadora y del pueblo, condenando a millones de personas a la explotación y precariedad laboral, desahuciando anualmente a decenas de miles, reprimiendo a miles de personas que protestan, procesando y encarcelando a cientos de personas luchadoras por delitos incluso de opinión,  y mantienen la configuración del Estado español como una cárcel de pueblos.

Con el amparo de sus instituciones,  tribunales y  Gobierno,  se legitima  el derecho de los miembros de esta institución arcaica a robar el dinero generado por todos los trabajadores, mientras éstos no pueden llegar a fin de mes.

Mientras la corona y sus cómplices dicen “no saber nada”, mientras los tribunales indultan o ponen condenas simbólicas que jamás se cumplirán, a nosotros y nosotras nos suben la luz y el agua, nos siguen desahuciando y mandándonos al paro.

Bajo el paraguas de esa institución la oligarquía dueña de tierras y empresas sigue haciendo y deshaciendo con total impunidad,  saquean bancos y desmantelan servicios públicos como la sanidad y la educación, construidas con la lucha y el sudor de varias generaciones de trabajador@s.

Las personas que lucharon contra el fascismo siguen desaparecidas en las cunetas y los juicios del fascismo siguen  siendo válidos para un sistema basado en la impunidad de los franquistas y la continuidad del aparato del estado, con la siniestra Audiencia Nacional como instrumento fundamental de represión.

Un año más, vemos cómo este pilar del sistema goza de la más absoluta impunidad, y mientras tanto, nuestra gente cumple condena por luchar en las calles, por rebelarse contra la injusticia, por pedir dignidad para el pueblo.

Sus fiestas “sagradas” no pueden impedirnos llenar un año más las calles el 14 de abril, un día tan simbólico para el pueblo, y mucho menos ahora, cuando la corrupción de la corona está en boca de todo el mundo.

Por ello, llamamos a convocar una concentración unitaria en la madrileña plaza de Tirso de Molina el día 14 de abril a las 12 horas. Porque si ellos “no saben nada”, el pueblo sí que sabe. Sabe que no podemos tolerar la impunidad de una institución impuesta por el dictador, de una dinastía que explota al pueblo e indulta a torturadores y ladrones, mientras nos roba a manos llenas.

Porque la lucha no tiene vacaciones: ¡apoya y difunde!

¡Por una república al servicio de la clase trabajadora!

¡Borbones y corrupt@s a prisión!

¡Por el derecho de autodeterminación!


¡Mas libertad, menos represión!

martes, 11 de abril de 2017

ITALIA: Violenta represión policial contra manifestantes anti-capitalistas en Lucca.

INDONESIA: GSBI condena represión contra los trabajadores de Tangerang.






NOTA DE PRENSA

Coordinador Regional de GSBI de Papúa y Papúa Occidental condena la violencia del Jefe de la Unidad de Inteligencia y Seguridad de Tangerang y la disolución forzada de la acción de protesta pacífica llevada a cabo por los trabajadores de Tangerang.

Manokwari- Papúa Barat 10 / 04/2017. Indonesia es un Estado de derecho, por tanto, como Coordinador Regional de la Federación de los Sindicatos Independientes  (GSBI) de Papúa y Papúa Occidental, Yohanes Akwan SH (Licenciado en Derecho), condena los actos ilegales cometidos por los aparatos de la policía de Tangerang  que  dispersaron  intencionadamente una manifestación pacífica de los trabajadores el Domingo 9  de Abril, en la Rotonda Adipura de la ciudad de Tangerang.
La manifestación pacífica de los trabajadores que son miembros de la Federación de los Sindicatos Independientes (GSBI) de Tangerang fue realizada para exigir la solución del caso de los 1.300 trabajadores de PDK despedidos hace cinco años y que hasta el día de hoy no han visto respetados  sus derechos ni ha sido pagado todo lo que les debían.
Basado en la información  del Consejo Central de la GSBI en Yakarta, durante la dispersión forzada los aparatos de la policía arrebataron los carteles , empujando e insultando a los manifestantes,  e incluso Danu W Subroto, el jefe de la Unidad de Inteligencia y Seguridad dio una bofetada a la Secretaria General del Consejo Central de la GSBI,  Emelia Yanti MD Siahaan S.H (Licenciada en Derecho) que participaba en la acción de las masas . Ella estaba  tratando de explicar el propósito de esa manifestación pacífica.
Las acciones antidemocráticas de los aparatos policiales han claramente violado el artículo 28f de la Constitución de 1945 referente a la libertad de asociación y de reunión, la libertad de expresar opiniones de forma oral y por escrito en público, la Ley número 18 de 1956 sobre la ratificación del Convenio de la OIT Nº 98  del Año 1949 sobre la Aplicación de los Principios del Derecho a organizarse y negociar colectivamente, y el Decreto Presidencial Nº 83 de 1998 sobre la ratificación del Convenio de la OIT Nº 87 de 1948, relativo a la libertad sindical y la protección del derecho de sindicación.
El párrafo 3 del artículo  13 de la ley Nº 9 de 1998 sobre el Derecho de Expresar las Opiniones Públicamente, dice que las instituciones  policiales garantizan la seguridad y el orden público en la ejecución de la expresión de opiniones en público. El Reglamento de Policía No. 8 del 2009 sobre la implementación de los principios y las normas de derechos humanos  en la ejecución del deber de la Policía de la República de Indonesia y  el capítulo 6 de la sección B del Reglamento del Jefe de la Policía de la Republica de Indonesia  No. 16 de 2006 sobre las directrices  de control de masas claramente prohíben a sus miembros cometer actos de violencia.
Por las acciones de los aparatos de policía, el Coordinador Regional de la Federación de los Sindicatos Independientes  (GSBI) de Papúa Occidental expresa:
1. Condenar los actos de violencia policial  de Tangerang contra la protesta pacífica de los trabajadores de la Federación de los Sindicatos Independientes de Tangerang .
2. Investigar completamente los actos de violencia por parte de la policía y despedir  al jefe de la Unidad de Inteligencia y Seguridad  de la policía de Tangerang, Danu W Subroto.
3. Derogar el Reglamento Nº 2 de 2017 del Alcalde Tangerang que negaba la libertad de expresión con el fin de legitimar los actos de violencia de los aparatos policiales.
4. Cumplir las recomendaciones de la OIT, resolver el caso de los 1.300 trabajadores respetando sus derechos y remunerándolos con las cantidades pendientes de pago de la Compañía Panarub Dwikarya
5. Resolver los conflictos y los casos de trabajo y acabar con la violencia contra el pueblo.
6. El Gobierno central y la administración de la ciudad de Tangerang deben asumir la plena responsabilidad de estos actos violentos.
7. Llamar a todos los trabajadores de Papúa Occidental, que forma parte del pueblo de Indonesia para fortalecer la unidad contra las políticas antidemocráticas.